Resenha – O Código da Inteligência

Autor: Augusto Cury 
ISBN: 9788560303984
Editora:  Ediouro
Páginas: 232
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Sinopse
 Em Código da Inteligência, Augusto Cury descreve de maneira instigante os códigos do eu como gestor psíquico, da intuição criativa, da autocrítica, do altruísmo, da resiliência (superação de crises). Esses códigos são capazes de estimular tanto jovens como adultos a libertar a criatividade, expandir a arte de pensar, desenvolver saúde psíquica e a excelência profissional. Também descreve as armadilhas da mente que facilmente caímos e que podem bloquear a inteligência.

Opinião
Não tenho o costume de ler livros de autoajuda, nada contra, apenas não é um dos meus tipos preferidos.
Já li outro livro do Augusto Cury , “A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres”, e não gostei, mas o título desse livro me chamou atenção e resolvi dar outra chance para o autor. Pensei que poderia ter algumas técnicas para abrir a mente.Infelizmente eu estava totalmente enganada e quase abandonei a leitura.
O Código da Inteligência é praticamente uma compilação de todas as outras obras do autor, ele utiliza várias frases de seus livros anteriores fazendo uma auto-promoção exagerada.
A única coisa que gostei foi saber sobre SPA(Síndrome do Pensamento Acelerado), entender o estresse por causa do execesso de estímulos e informações que estamos expostos hoje, mas fora isso o livro é arrastado, repetitivo e maçante.

Nota 4

Resenha – Percy Jackson e os Olimpianos – O Ladrão de Raios

Autor: Rick Riordan
Título Original: Percy Jackson & the Olympians – The Lightning Thief 
ISBN: 9788598078397
Editora: Intrínseca
Páginas: 400
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 Sinopse
Primeiro volume da saga Percy Jackson e os Olimpianos, O Ladrão de Raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos – jovens heróis modernos – terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses.

Opinião
Antes de começar a ler vi muitas pessoas falando que esse era o novo Harry Porter. Realmente há algumas semelhanças – garoto de 12 anos que perdeu a mãe, “half-blood” etc – mas achei Percy Jackson mais interessante.
Gostei muito do livro pois a história é bem dinâmica, é do tipo que você fala “Vou ler só mais esse capítulo”, mas quando acaba não resiste em ir para o próximo. Juntando isso à leitura fácil o autor conseguiu criar um livro envolvente, sem enrolações e com um ritmo maravilhoso.
Apesar de ser um livro infanto-juvenil, Percy Jackson é capaz de agradar crianças e adultos com suas aventuras. Recomendo para todos, principalmente os que gostam de mitologia grega.

O filme Percy Jackson e os Olimpianos – O Ladrão de Raios vai estreiar nos cinemas dia 12/02/2010. Clique aqui para ver o trailer. 

Nota 8

Resenha – A Menina Que Brincava Com Fogo

Autor: Stieg Larsson
Título Original: Flickan som lekte med elden
ISBN: 9788535914221
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 608
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Sinopse

Lisbeth Salander é acusada de triplo assassinato, e a polícia está em seu encalço. A jovem hacker é esquiva, egoísta e pode ser muito violenta quando provocada. Mikael Blomkvist, editor-chefe da revista Millennium, sabe muito bem disso. Mas, ao contrário do restante da imprensa, que não se acanha em crucificá-la, ele acredita na inicência da moça. Para ele, os homicídios relacionam-se a uma série de reportagens que a Millennium pretendia publicar sobre o tráfico de mulheres provenientes do Leste Europeu. Um esquema de corrupção cujos tentáculos alcançam promotores, juízes, policiais e jornalistas. Lisbeth livrou Mikael da morte dois anos antes. Agora ele tem como retribuir.

Opinião
Desde de o primeiro livro (Os Homens Que Não Amavam As Mulheres) a personagem Lisbeth Salander me chamou muita atenção, fiquei muito curiosa para saber sobre o passado dela. Nesse livro o autor contou toda a história da personagem e deixando bem claro o porque ela tem uma personalidade, digamos, peculiar.
O livro é ótimo do começo ao fim, só achei 2 pontos negativos: 1 – o autor às vezes é repetitivo; 2 – Em uma das melhores partes o livro acaba. Sim, a história para na metade, então recomendo que quando terminar de ler esse, tenha o terceiro em mãos.

Nota 9

Resenha – A Arte da Guerra

Autor: Sun Tzu
Título original: sūn zĭ bīng fǎ
ISBN: 8525410594
Editora: L&PM
Páginas: 147

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Sinopse
Milenar tratado militar de Sun Tzu, A Arte da Guerra é tão compreensível e atual que se tornou um texto clássico. Acredita-se, inclusive, que o livro tenha sido usado ao longo dos tempos por estrategistas militares como Napoleão, Adolf Hitler e Mao Tse Tung. Hoje, o livro migrou das estantes dos estrategistas para a dos economistas, administradores, políticos, vendedores, empresários e todos aqueles cuja meta é a vitória – em todos os níveis.

Opinião
Fiquei curiosa para descobrir como estratégias de guerra poderia ser aplicada no mundo dos negócios e logo nos primeiros pontos citados já pude ver como isso é possivel. Questões como paciência, trabalho em equipe e análise de riscos são abordadas de forma simples e que fazem sentido para qualquer pessoa que tenha a mínima noção em empreendimento.
Não indico a leitura como passatempo, porque o interessante é absorver o conteúdo, fazer uma comparação entre as dificuldades da guerra e da vida.

Nota 6

Resenha – Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

Autor: Stieg Larsson
Título original: Män som hatar Kvinner
ISBN: 9788535913248
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 524

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Sinopse
Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas – passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o veelho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada – o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou.
Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mikael descobre que suas inquirições não são bem-vindas pela família Vanger. E que muitos querem vê-lo pelas costas. De preferência, morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados – de preferência, os mais sórdidos -, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet.

Opinião
O livro começa falando sobre o jornalista Mikael Blomkvist, confesso que achei fraco e desanimei um pouco nas primeiras páginas. Mas quando a família Vanger entra na história, o livro fica extraordinário, especulativo e misterioso.
Os personagens são complexos, cheios de segredo e com passado obscuro, o que me fez querer saber muito mais além do que foi descrito.
Como é o primeiro livro da série Millennium, ele acabou e me deixou querendo mais. Espero que o segundo seja tão bom quanto esse.

Nota 8
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