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Resenha – Quando Nietzsche Chorou

Autor: Irvin D. Yalom
Título Original: When Nietzsche Wept
ISBN: 8500007958
Editora: Ediouro
Páginas: 407
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Sinopse
Este livro tem como pano de fundo o fermento intelectual da Viena do século XIX às vésperas do nascimento da psicanálise. Friedrich Nietzsche, Josef Breuer, um pacto secreto, um jovem médico interno de hospital chamado Sigmund Freud – esses elementos se combinam para criar a saga de um relacionamento imaginário entre um paciente e um terapeuta talentoso. Na abertura deste romance, a Lou Salomé roga a Breuer que ajude a tratar o desespero suicida de Nietzsche mediante sua experimental terapia através da conversa. Ao aceitar relutante a tarefa, o eminente médico realiza uma grande descoberta – somente encarando seus próprios demônios internos poderá começar a ajudar seu paciente. Assim, dois homens mergulham nas profundezas de suas próprias obsessões românticas e descobrem o poder redentor da amizade.

Opinião
Quando Nietzsche chorou é uma obra que mistura ficção com realidade. Os personagens citados são reais e muitos de seus dramas também. O livro conta os relacionamentos de grandes nomes do século XIX, como Josef Breuer, Sigmund Freud, esse ainda um jovem estudante de medicina, Lou Salomé, uma mulher muito a frente de seu tempo, e é claro Friedrich Nietzsche.
Nietzsche é apresentado na sua fase mais obscura, onde estava a beira da loucura apresentando tendências suicidas, desconfiado de tudo e de todos e por isso muito solitário. Ele acreditava que todas as ações humanas tem uma motivação egoísta, até mesmo ajudar o próximo sem lhe cobrar nada.
Esse desespero de Nietzsche é, a principio, o foco da históra, o que o leva a se consultar com o Dr. Josef Breuer. Mas ao longo da narrativa a relação médico-paciente é invertida, e depois se transforma numa grande amizade. Um amigo ajudando o outro, e a si mesmo, a curar suas obsessões.
Quando Nietzsche chorou eu quase chorei junto, fiquei muito emocionada com o poder que a amizade exerceu sobre ele e a primeira coisa que veio a mente quando terminei de ler foram as palavras de John Donne “Nenhum homem é uma ilha”.
O que mais gostei dessa história é que ele instiga a reflexão sobre nossas escolhas, atitudes e principalmente nossa relação com nossos problemas. Esse é o tipo de livro que é impossível ler por ler, porque com certeza ele vai te acrescentar alguma coisa.

Nota 10

Resenha – O Mapa dos Ossos

Autor: James Rollins

Título Original: Map of Bones
ISBN: 8500017732
Editora: Ediouro
Páginas: 496
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Sinopse
Um grupo de mercenários disfarçados de monges rouba ossos dos Reis Magos e extermina fiéis com hóstias envenenadas. Ao seguir a única pista deixada pelos assassinos – o símbolo de dragão na roupa do líder -, a equipe de Gray Pierce se depara com um segredo sagrado há muito perdido e que colocará as chaves do mundo na mão do seu descobridor. É impossível largar esse romance enquanto não terminar a corrida contra o tempo para salvar o planeta de uma fraternidade tão antiga e secreta quanto mortal. 

Opinião
É impossível não comparar o estilo de James Rollins com o de Dan Brown. Uma mistura de história, mistério, sociedades secretas e religião que desperta nossa curiosidade e passa muita informação ao leitor.
A história tem muita ação, às vezes é até exagerada, onde os personagens conseguem se safar de enrascadas absurdas de um jeito mais absurdo ainda.
Adorei o jeito que o James Rollins misturou a ficção com a realidade, que muitas vezes parecia ficção também, como colete de proteção líquida e sobre os metais no estado m,  isso mostra que o autor pesquisou muito antes de escrever essa narrativa fascinante.
No final do livro tem a nota do autor, onde ele separa alguns fatos da ficção, e o que eu achei muito interessante é que ele indica alguns livros sobre os assuntos abordados para quem deseja obter mais detalhes. 

Nota  8

Resenha – O Código da Inteligência

Autor: Augusto Cury 
ISBN: 9788560303984
Editora:  Ediouro
Páginas: 232
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Sinopse
 Em Código da Inteligência, Augusto Cury descreve de maneira instigante os códigos do eu como gestor psíquico, da intuição criativa, da autocrítica, do altruísmo, da resiliência (superação de crises). Esses códigos são capazes de estimular tanto jovens como adultos a libertar a criatividade, expandir a arte de pensar, desenvolver saúde psíquica e a excelência profissional. Também descreve as armadilhas da mente que facilmente caímos e que podem bloquear a inteligência.

Opinião
Não tenho o costume de ler livros de autoajuda, nada contra, apenas não é um dos meus tipos preferidos.
Já li outro livro do Augusto Cury , “A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres”, e não gostei, mas o título desse livro me chamou atenção e resolvi dar outra chance para o autor. Pensei que poderia ter algumas técnicas para abrir a mente.Infelizmente eu estava totalmente enganada e quase abandonei a leitura.
O Código da Inteligência é praticamente uma compilação de todas as outras obras do autor, ele utiliza várias frases de seus livros anteriores fazendo uma auto-promoção exagerada.
A única coisa que gostei foi saber sobre SPA(Síndrome do Pensamento Acelerado), entender o estresse por causa do execesso de estímulos e informações que estamos expostos hoje, mas fora isso o livro é arrastado, repetitivo e maçante.

Nota 4

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