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Resenha – Eu Me Chamo Antônio

Eu Me Chamo Antônio
Autor: Pedro Gabriel
Editora: Intrínseca
Páginas: 192
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Sinopse
Eu Me Chamo Antônio – Antônio é o personagem de um romance que está sendo escrito e vivido. Frequentador assíduo de bares, ele despeja comentários sobre a vida — suas alegrias e tristezas — em desenhos e frases escritas em guardanapos, com grandes doses de irreverência e pitadas de poesia. Antônio é perito nas artes do amor, está sempre atento aos detalhes dos encontros e desencontros do coração. Quando está apaixonado, se sente nas nuvens e nada parece ter maior importância, e, quando as coisas não saem como esperado, é capaz de enxergar nas decepções um aprendizado para seguir adiante. Do balcão do bar, onde Antônio se apoia para escrever e desenhar, ele vê tudo acontecer, observa os passantes, aceita conversas despretensiosas por aí e atrai olhares de curiosos. Caso falte alguém especial a seu lado (situação bastante comum), Antônio sempre se acomoda na companhia dos muitos chopes pela madrugada.

Opinião
Não sei como começar essa resenha e nem como fazê-la pois o livro me surpreendeu de um modo negativo. O peguei para ler porque já vi muita gente comentando sobre ele e quis ver o que tinha de tão especial. A resposta é… Nada.

“Eu Me Chamo Antônio” é cheio de imagens e frases. A arte é realmente boa, nesse ponto o livro está de parabéns, e não dei nota 3 por conta do visual dele mas a escrita deixou muito a desejar.

Antes de me julgar, condene-se.

As frases são muito clichês e algumas foram escritas de um modo que não é muito fácil de compreender por conta da caligrafia utilizada pelo autor, tanto que ele teve que criar um “índice” ao final do livro contendo as frases digitadas para quem não entendeu o que estava escrito.

Amores engessados já nascem quebrados.

Não entendi qual o propósito do livro já que nem uma reflexão mais profunda pode ser tirada dele. A parte boa é que ele é bem rápido de ler e foi isso me impediu de abandoná-lo mas achei uma leitura pobre e fiquei bem decepcionada. Apesar de ter 192 páginas, elas só tem imagens e frases gigantes então em meia hora, no máximo, é possível finalizá-lo.

Nota 4

Resenha – O Livro da Loucura e das Curas

O Livro da Loucura e das Curas
Título Original: The Book of Madness and Cures
Autor: Regina O’Melveny
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581630427
Páginas: 352
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Sinopse
Após o desaparecimento repentino de seu pai, Gabriella Mondini enfrenta uma crise: sem o seu aconselhamento, ela não pode mais praticar a medicina. Então, junto de seus dois fiéis servos, Olmina e Lorenzo, ela explora toda a Europa para descobrir para onde — e por que — ele se foi. Seguindo pistas das ocasionais e enigmáticas cartas do pai, ela vasculha as capitais europeias expandindo os horizontes de seu mundo e acrescentando conhecimentos ao imenso livro das curas que está escrevendo. No entanto, ela não conhecerá apenas os limites físicos do continente, mas, também, os mistérios do amor, da perda e da mortalidade. Mistérios que estão no coração de cada alma viajante, especialmente na alma de seu pai.

Opinião
O título do livro me chamou atenção e criei uma expectativa em cima dele mas no fim ele me decepcionou muito.

O livro começa falando de Gabriella, uma jovem médica que “perdera” seu pai. “Perdera” porque ele saiu em uma viagem e escrevia esporadicamente para sua filha mas em sua última carta ele disse que era para sua família esquecê-lo.
Gabriella que além de amá-lo muito e tê-lo como herói, precisava dele como seu conselheiro para praticar a medicina, afinal, naquela época (século 16) uma mulher que lidava com cura, era considerada bruxa. Por conta disso, Gabriella resolve sair de sua cidade com 2 criados e iniciar uma aventura em busca de seu pai.
Essa aventura tinha tudo para ser boa mas foi completamente maçante.
Não abandonei o livro porque, como uma boa bookaholic, livro iniciado é livro terminado! Mas para sobreviver chegar ao fim dele, tive que intercalar a leitura com outros livros. Achei realmente cansativo.

Gostei do contexto histórico e ele é bem descrito. A principio foi fácil entrar no mundinho de Gabriella e acompanhar as dificuldades da época mas tudo isso poderia ter sido melhor aproveitado. Em certo ponto a história fica “mais do mesmo”, deixa de surpreender e foi igualmente fácil me desinteressar pelo livro.

Enfim, posso dizer que fiquei bem desapontada com o a história. A autora Regina O’Melveny veio do mundo dos poemas, esse foi seu primeiro livro de história e talvez por isso ele não tenha um ritmo perfeito.

Nota 4

Resenha – O Código da Inteligência

Autor: Augusto Cury 
ISBN: 9788560303984
Editora:  Ediouro
Páginas: 232
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Sinopse
 Em Código da Inteligência, Augusto Cury descreve de maneira instigante os códigos do eu como gestor psíquico, da intuição criativa, da autocrítica, do altruísmo, da resiliência (superação de crises). Esses códigos são capazes de estimular tanto jovens como adultos a libertar a criatividade, expandir a arte de pensar, desenvolver saúde psíquica e a excelência profissional. Também descreve as armadilhas da mente que facilmente caímos e que podem bloquear a inteligência.

Opinião
Não tenho o costume de ler livros de autoajuda, nada contra, apenas não é um dos meus tipos preferidos.
Já li outro livro do Augusto Cury , “A Ditadura da Beleza e a Revolução das Mulheres”, e não gostei, mas o título desse livro me chamou atenção e resolvi dar outra chance para o autor. Pensei que poderia ter algumas técnicas para abrir a mente.Infelizmente eu estava totalmente enganada e quase abandonei a leitura.
O Código da Inteligência é praticamente uma compilação de todas as outras obras do autor, ele utiliza várias frases de seus livros anteriores fazendo uma auto-promoção exagerada.
A única coisa que gostei foi saber sobre SPA(Síndrome do Pensamento Acelerado), entender o estresse por causa do execesso de estímulos e informações que estamos expostos hoje, mas fora isso o livro é arrastado, repetitivo e maçante.

Nota 4

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