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Resenha – A Essência do Dragão – Ressurreição

Autor: Andrés Carreiro
ISBN: 9788576793618
Editora: Novo Século
Páginas: 310
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Sinopse
Os Li-Seugs viviam no noroeste da Ásia há 3000 anos. Aquela dura realidade os fez migrar para terras mais pacíficas. No caminho, para uma vida melhor, acabaram testemunhando uma cena inusitada. Algo caído do céu, talvez alguma coisa dos deuses, repousava em uma clareira perto de seu provisório acampamento. Quando foram verificar mais de perto o estranho objeto, viram uma criatura sair de suas entranhas. A Essência do Dragão: Ressurreição levará o leitor a uma aventura extraordinária. A cada capítulo haverá reviravoltas e informações que aguçarão a curiosidade e a vontade de continuar nesta jornada. E se o ser humano não é a única espécie inteligente nascida no planeta Terra? E se esta forma de vida inteligente evoluiu de tal maneira que sua tecnologia possibilitou desbravar o Universo? Por que não deixaram nenhum vestígio de sua existência no planeta? Ficção científica? Fantasia? Aventura? Tire suas próprias conclusões e envolva-se nesta história! Conheça os Li-Seugs, Andy Carter e descubra qual é a missão de Tlüogodärami. Veja os dragões como nunca foram retratados antes.

Opinião
A essência do dragão tem uma proposta bem diferente de tudo que já li.
O livro conta que os dragões, a milhões de anos atrás, habitaram a Terra por muito tempo mas um dia decidiram ir para outro planeta por causa das instabilidades encontradas aqui. Nesse novo lar eles construiram um ambiente semelhante ao da Terra onde todo o clima era controlado artificialmente. Parece estranho? Mas é isso mesmo. O livro retrata os dragões como a primeira vida inteligente do nosso planeta e que desenvolveram altas tecnologias.

Confesso que no começo tive dificuldades em imaginar dragões trabalhando, conversando, discutindo filosofia e etc, mas o autor construiu esse universo tão bem que logo consegui mergulhar nesse mundo extraordinário e não queria mais sair.
A história dos dragões é contada pelo Tlüogodärami, um tipo de líder bem diferente do que estamos acostumados. Fiquei cada vez mais curiosa, querendo descobrir mais sobre esses seres fantásticos e super inteligentes.
Achei incrível a forma de organização e a consciência social que eles tinham que, até arriscaria a dizer que nós poderiamos pegar como exemplo a ser seguido.
Estou maluca querendo dar mais detalhes sobre o livro mas infelizmente não posso, senão darei vários spoilers :(.

Andrés Carreiro criou uma história bem original que vale muito a pena ser lido. Quem gosta de literatura fantástica é um livro super indicado.

Nota 8

Resenha – Opúsculo – A Paródia

Autor: Harvard Lampoon
Título Original: Nightlight : A parody
ISBN: 9788576792963
Editora: Novo Século
Páginas: 144
Amazon | Submarino | Americanas

Sinopse
Nesta hilariante paródia do bestseller Crepúsculo, de Stephenie Meyer, a pálida, desajeitada e obcecada por não humanos, Belle Goose não resiste aos encantos do super incomum, misterioso, fogoso e nerd, Edwart Mullen. Belle chega a Switchblade decidida a viver experiências anormais e logo passa e observar estranhos acontecimentos nesta pequena cidade fora do mapa. Edwart salva Belle de uma bola de neve voadora, que misteriosamente se derrete em seu corpo. Tais eventos bizarros levam-na a uma dramática revelação: Edwart só pode ser um vampiro. Mas como ela poderá convencê-lo a mordê-la se ele parece ter tanto medo de garotas? Como Belle poderá finalmente se transformar em sua noiva eterna?

Opinião
Esse é o livro mais nonsense que já li!
Belle Goose é uma maluca que quer ter, de qualquer jeito, um namorado vampiro e de alguma forma ela encanou que o pobre nerd Edwart era um deles. A graça do livro está no jeito que Edwart reage a isso e as situações que Belle o coloca, onde apenas um vampiro se daria bem.
A história é bem simples e, ao contrário do que eu pensava, não segue à risca a narrativa de Crepúsculo.
Achei Opúsculo bem “humor pastelão”, cheio de besteirol e me lembrou muito os filmes do Todo mundo em pânico. Tem o humor às vezes forçado, mas por ser tão idiota garante boas risadas.
Conselho: não o leia em público.

Nota 6

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